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Lady Gaga cancela show no Rio. Motivo: dores provenientes da fibromialgia

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Para lamento e decepção de seus milhares de fãs, a cantora Lady Gaga, principal atração da primeira noite do Rock in Rio, cancelou sua participação no evento. Portadora de fibromialgia e lúpus, Lady Gaga anunciou sua decisão pelo Twitter, pegando a t...

Para lamento e decepção de seus milhares de fãs, a cantora Lady Gaga, principal atração da primeira noite do Rock in Rio, cancelou sua participação no evento. Portadora de fibromialgia e lúpus, Lady Gaga anunciou sua decisão pelo Twitter, pegando a todos de surpresa. O motivo? Dores. “Brasil, estou devastada por não estar bem o bastante para ir ao Rock in Rio. Eu faria tudo por vocês, mas preciso cuidar do meu corpo agora. Peço por sua compreensão e prometo que vou voltar em breve”, comunicou ela, em sua rede social.

Um dia antes de anunciar o cancelamento do seu aguardado show, Lady Gaga havia dito, também pelo Twitter, que não estava conseguindo se recuperar. “Achei que gelo ajudava na fibromialgia. Estava errada e estava piorando”, escreveu a popstar. Lady Gaga não está só. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, de 2% a 3% da população sofre desta doença, que acomete principalmente mulheres com idades entre 30 e 55 anos.

– A fibromialgia é uma das doenças reumáticas que mais levam pacientes aos consultórios médicos. E do total de acometidos, entre 80% e 90% são mulheres. Os principais sintomas são dores generalizadas pelo corpo, nas articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões, dor de cabeça, sensibilidade maior ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, ainda, falta de motivação e tristeza – explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.

Ele pontua que a fibromialgia não tem causa conhecida, e não pode ser diagnosticada por exames de sangue ou de imagem. É importante, assim, que o reumatologista ou fisiatra seja experiente com essa doença, pois o especialista se baseará em aspectos clínicos, na avaliação do histórico familiar e no exame físico do paciente para diagnosticá-lo com fibromialgia.

– O importante é que há tratamento, que devolve ao paciente a qualidade de vida perdida e elimina os sintomas da doença. Além de medicamentos específicos, contamos com medidas fisioterápicas e prática regular de exercício físico, além de utilizarmos protocolos no CREB, com muito sucesso, que incluem acupuntura, hidroterapia em piscina apropriada, pilates terapêutico e RPG. Com a melhora da dor, da mobilidade e do humor, o paciente recupera a qualidade de vida, passa a ter uma rotina normal de sono e passa a exercer normalmente suas atividades diárias. Mas é preciso se tratar regularmente, e consultar um reumatologista ou fisiatra experiente – explica o Dr. Haim.

Confira a entrevista: https://goo.gl/SdbDX1


Enxaqueca acomete 20% das mulheres e de 5 a 10% dos homens

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Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 2...

Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 25 e 45 anos, sendo que após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir principalmente em mulheres. A doença também aparece em 3 a 10% das crianças, igualmente meninos e meninas antes da puberdade, mas com predominância nas meninas após essa fase.

“A enxaqueca é um tipo de cefaleia que apresenta uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça, e as vezes em ambos os lados. Pode ser acompanhada, geralmente, por fotofobia, fonofobia, náusea e vômito. Pode durar, normalmente, entre quatro e 72 horas, sendo mais curtas em crianças. Muitas vezes, é tratada como uma simples dor de cabeça, o que é um erro. A doença precisa de um tratamento adequado”, explica o Reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A acupuntura é uma excelente opção para combater a dor

Segundo ele, é preciso identificar os fatores que deflagram a crise de enxaqueca, para evita-los no dia a dia, como tipos de alimentos, bebidas, jejum falta ou excesso de sono, etc. As crises devem ser tratadas com repouso, hidratação, silêncio e tranquilidade. “O tratamento é medicamentoso, e também passa por uma dieta específica. A acupuntura pode ser uma excelente opção, para combater a dor.


Os aspectos psicológicos da enurese

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Enurese é o hábito involuntário de urinar durante o sono, mais conhecido como “xixi na cama”.

Até 5 anos, esse comportamento é considerado normal, mas após os 7 anos, crianças com enurese noturna devem ser tratadas. “A enurese pode ser considerada um problema biocomportamental, pois, além do processo físico de molhar-se, é um comportamento inadequado não provocado por uma condição clínica, como uma doença ou o uso de remédios. Sendo assim, muitas vezes associa-se a diversos fatores emocionais, comportamentais e de relacionamento”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Muitos pais acreditam que seus filhos molhem a cama por terem o sono pesado. De fato, crianças enuréticas podem ser mais difíceis de acordar do que outras crianças, mas não há diferença no padrão de sono entre um grupo e outro.

“Às vezes, atribui-se a causa do problema a fatores emocionais. É sabido que o estresse provoca mudanças fisiológicas. Situações estressantes como divórcio dos pais, nascimento de um irmão, perda de um ente querido, ou uma forte ansiedade podem levar a criança a voltar a molhar a cama, mesmo após já ter obtido o controle. Um outro fator complicador da enurese é o medo do escuro ou de levantar à noite, ao ponto de impedir a ida ao banheiro. Contudo, já foi observado que crianças enuréticas, ao dormir fora de casa, mantêm-se secas a noite inteira. É um fenômeno cujo funcionamento não se compreende inteiramente. Assim sendo, requer-se dos familiares compreensão diante da situação”, observa Waleska.

Ao tratar a enurese, espera-se uma melhora no ajustamento social da criança

Alguns fatores psicossociais podem estar associados ao xixi na cama. Por exemplo, a enurese tende a ser mais frequente em ambientes sociais menos favorecidos. “Crianças enuréticas geralmente são altamente impactadas pela sua condição, passando por isolamento social, humilhação, estresse, ansiedade, medo da exposição e sensação de imaturidade. Com isso, espera-se que, ao tratar a enurese, haja também uma melhora no ajustamento social da criança, na relação familiar e na própria percepção da criança ou adolescente sobre si mesmo”, finaliza a fisioterapeuta, pontuando que o CREB dispõe dos mais modernos recursos de fisioterapia urológica, que alcança excelentes resultados no tratamento da enurese.



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